Portugal é o maior consumidor de arroz da União Europeia, com um consumo per capita de cerca de 15 kg/ano, o que indicia a grande importância da fileira orizícola no nosso país. No entanto, produz apenas cerca de 60% do arroz que consome tendo que importar o restante. Esta situação resultou no aumento progressivo, registado ao longo dos últimos anos, da dependência face ao exterior com consequente perda de competitividade do sector da produção e redução do desempenho do sector industrial desta fileira.

Não obstante a perda de competitividade do sector orizícola nacional, os avanços na tecnologia de produção do arroz têm proporcionado o aumento dos rendimentos obtidos por alguns orizicultores. A melhoria da produtividade obtida com esta cultura é, efectivamente, uma das estratégias, que tem vindo a ser seguida para a recuperação do sector. Outra das estratégias mais importantes que representou um considerável avanço na reestruturação da fileira foi a criação do COTArroz, entidade que congrega numerosas entidades do sector orizícola nacional, desde  a produção ao consumidor, passando por instituições ligadas ao ensino e à investigação, bem como com um forte envolvimento com a indústria.

 

   

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